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Cidades - Meio Ambiente - 4 de abril de 2012

Municípios da Baixada elaboram documento que acaba com os aterros de resíduos de construção

Tarcisio de Paula, da I&T apresenta o documento

Seis municípios da Baixada Fluminense e a Secretaria de Estado do Ambiente concluíram nesta quarta-feira, 4 de abril, mais uma etapa para elaboração do protocolo de intenções para criação do consórcio intermunicipal que acaba com os aterros de resíduos de construção na região. Da reunião realizada na Prefeitura de Duque de Caxias participaram técnicos e representes jurídicos dos municípios de Belford Roxo, Nova Iguaçu, Mesquita, São João de Meriti e Nilópolis que discutiram o projeto desenvolvido pela empresa I&T – Gestão de Resíduos.

 

O projeto que acaba com os aterros com resíduos de obras e vai reaproveitar esse material, gerando emprego e renda para as cidades participantes, será assinado em breve pelos prefeitos das cidades envolvidas e encaminhados às Câmara Municipais para criação de lei. De Duque de Caxias participaram da reunião o procurador Plínio Samartins Júnior, a responsável pela Superintendência de Projetos Especiais – Supre Vânia Peixoto e Eraldo Brandão, da Secretaria de Meio Ambiente.

 

 

Plinio Jr,Vânia Peixoto e Eraldo Brandão, de Duque de Caxias


Pelo plano serão criados ecopontos para entrega voluntária de resíduos de construção civil e áreas de triagem e transbordo (ATTs). Eles poderão ficar em áreas limites entre municípios do consórcio e ser usados por ambos de forma integrada. As instalações de reciclagem poderão produzir blocos, pisos e meio-fio a baixo custo.

 

Em recente encontro do grupo, o secretário de Meio Ambiente de Duque de Caxias, Samuel Maia, disse que é necessária a criação de políticas públicas para conscientização da população sobre o descarte de resíduos. “Hoje, 68% do lixo recolhido na cidade é entulho, 22% são de coleta domiciliar e o restante, lixo industrial. A geração de resíduos de construção civil é um dos grandes problemas da Baixada Fluminense e esse material pode ser processado e aproveitado pelas Prefeituras em suas obras ou vendido para indústrias”, destacou Maia.

 

Paulo Gomes, Secretaria de Comunicação de Duque de Caxias

Crédito fotos: Márcio Leandro

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